sábado, 1 de julho de 2017

"Moça, que ri quando é dia, que é palpitante quando chega anoite. Moça que é estrela, mostra o caminho. Moça que tem corpo de salgado mar,tu és sossego e carinho. Quantas noites guardam teus olhos tristes? Moça, tua história é poema. Teu andar tem verbo e sílabas saltitantes. Moça, que felicidade teu peito teimoso esconde?" — Nina Benavídez

Arquivo Pessoal jun/2017


Minha alma é um bolso onde guardo 
minhas memórias vivas. 
Memórias vivas são aquelas que 
continuam presentes no corpo. 
Uma vez lembradas, o corpo ri, chora, 
comove-se, dança...


Tudo que a memória amou já ficou eterno.

Adélia Prado