terça-feira, 17 de dezembro de 2019

"Ouso viver, mesmo quando a vida desfaz os meus laços. A fé nos faz sobreviventes!" (Erica Gaião)

Um dia o poeta amanheceu. E não desejava amanhecer. Era um dia plural, tudo igual. O poeta não falava. Não olhava. E o que escrevia não sabia. Maria bateu na porta (porta cheia de passados descalços). Trouxe água no cio e andorinhas cavalgando carambolas. O poeta se descobriu parecido com ele próprio. É tudo começou a acontecer com meio sol dentro do paletó de leques esquecidos do poeta. É Maria.




Fernando coelho

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Pertencia àquela espécie de gente que mergulha nas coisas às vezes sem saber por quê, não sei se na esperança de decifrá-las ou se apenas pelo prazer de mergulhar… Caio Fernando Abreu

" Lindos são os meus sonhos, 

pois me salvam de todas as tristezas, 
enxugam minhas lágrimas e 
deixam o meu mundo mais colorido."

 Denise Portes


img: Arquivo Pessoal
Mas se um sentimento é tão poderoso a ponto de não acatar os sinais, de ignorar evidências, de aceitar a total falta de sentido, de insistir, de te chacoalhar, de pedir por favor!, de implorar pra ficar, de querer por querer, sem razões, sem lógica alguma que explique esta permanência deste sentimento poderoso, então, você se rende e reza, porque existe algo nesta vida comprovadamente,  MUITO MAIOR QUE VOCÊ...



.Be Lins

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

"Que bom você poder beber e se enfeitar das minhas palavras que guardam nas entrelinhas, vento bom. Porque eu também sou vendaval". (Guilherme Antunes)


E se eu te amasse um dia, pequeno e calmo, minúsculo e leve, no vento que desaprendeu o caminho, que vaga nos becos, que se perde nas curvas, que se espalha no rio, será que teus dedos descobririam meus cabelos, tuas mãos achariam minhas pernas debaixo do vestido, tua voz resistiria ao barulho das árvores? E se eu te amasse um dia, alto e amplo, grande e maior, junto ao céu, numa asa, contra o sol, solto e livre num vôo silencioso de pássaro, será que teus olhos se juntariam aos meus num horizonte improvável, teu riso seria alto outra vez menino, teu peito se encheria de felicidade inédita? E se esse dia não chegasse, será que um dia tu perceberias que tens de mim o vento, o caminho, os becos, as curvas, o rio, o céu, a asa, o sol, o vôo, o pássaro, o horizonte improvável, o riso, o menino, a felicidade esperando para ser? 


(Patrícia Antoniete)

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Acreditei que porta fechada é janela Aberta pra brisa e dor da pessoa de fé ♫ ______________ TM

out/2019
"A moça queria tudo. Queria entender os mistérios do tempo e desvendar suas fases. Os motivos dos tombos, as certezas das escolhas, as lágrimas de estafa. Não percebia as transições, julgava os dias iguais, não enxergava as respostas tão óbvias preocupada demais com os dias de amanhã. Não entendia que fases foram feitas pra passar." ___________________________

 Yohana Sanfer *Trecho da crônica "O que as ondas podem ensinar", do livro Da boca pra dentro

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Estou à espera de uma noite contigo ______________________ Luiza Neto Jorge

Essa Menina não quer mais
 saber de mal-me-que...


dez 2019
Um dia desses eu sonhei com você. No sonho, nós trocávamos olhares, entrelaçávamos sutilmente as nossas mãos e ficávamos em silêncio. Não foi muito diferente (e talvez ainda não seja) da nossa realidade. Afinal, nossos olhos hoje não se cruzam e nossas mãos não se tocam, mas volta e meia os nossos pensamentos se encontram. Assim como a nossa saudade. Como aquele “e se?” que bate de vez em quando na nossa porta. E como aquela nossa vontade de ter sido o que não fomos. Eu, claro, acordei saudosa e sentindo o teu cheiro ali no meu travesseiro, mesmo sem você ter deitado nele um dia sequer que fosse. Lembrei das vezes em que falamos a mesma coisa ao mesmo tempo, dos sentimentos em comum que contrariavam qualquer lógica, das vezes em que recebi suas declarações inesperadas, das vezes em que eu decidi me declarar… E até dos abraços que demos em nossas despedidas que, mesmo sem beijo, faziam a gente suspirar como dois adolescentes cheios de dúvidas, mas claramente apaixonados. É verdade. Muitas vezes os nossos beijos aconteceram sem o toque, somente no silêncio… Silêncio do desejo (que o coração já não era capaz de calar como a boca).  Já me perguntei se nos deixamos levar pelo medo. Medo de se machucar em algo tão intenso, surreal e raro (tão raro que questionamos diversas vezes a sua existência). Ou será que foi medo de tentar e perceber que tudo não passava de uma mera e ingênua fantasia? Confesso que eu não gostaria de desmanchá-la, caso fosse assim. Pode soar loucura, mas esse laço mágico despertou e ainda desperta tanta coisa boa em mim. Esse laço é que me faz acreditar nessas coisas invisíveis e bonitas da vida, como a sensação de plenitude que me invadia em nossas conversas intermináveis da madrugada. “Fica mais um pouco”, você me pedia. Talvez sem saber que eu queria mesmo era ficar para sempre… É, talvez agora pareça triste o fato de não estarmos juntos (embora estejamos, sempre que as lembranças aquecem o coração, como aqueceu o meu hoje). Mas sabe, eu acho tão bonita a nossa história que soa como “quase história”. Acho tão bonita a relação que criamos, o cuidado, o carinho um com o outro, independente do tempo e da distância. E acho mais bonito ainda ter alguém como você na minha vida… Alguém que eu sempre vou me lembrar, não do que quase foi, mas do pedaço de amor que sempre será dentro de mim


   - REPOSTAGEM

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

"E no abismo de nós havia sol e mel". _________ Hilda Hilst

Sou de vinte segundos de modernidade e uma eternidade dos velhos tempos. Eu sou porque eu sei que o mundo era melhor no tempo em que eu usava franjas, pulava o muro, brincava com as coisas da vida e tinha medo de lobisomem. Sou do afeto que me destinei. Do meu cotidiano. Sou do dia atarefado. Da noite escura. 

Do infinito do mar.


Ita Portugal.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

" A vida necessita de pausas" - Carlos Drummond de Andrade

voltando da pausa

nov /2019
Parar. Descontinuar, desacelerar, pausar. Porque para dar continuidade, é preciso pausar, senão o fio enrosca, a tinta seca, o elástico arrebenta, a energia finda, o amor se cansa. O tempo nunca para, mas também não sente, não muda o ritmo, não desiste. Nós, pessoas que vivemos dentro da dança do tempo, precisamos sim de pausas e descansos para retomar a marcha que sai do planejado. De vez em quando fugimos do prumo, da rota, perdemos a bússola e deixamos a vida à deriva. Não encontramos a motivação, sentimos medo, sofremos temendo que será definitivo, que por fim fomos rendidos pela exaustão. Mas não. A vida só está exigindo uma pausa. Pausa para retomar as forças. Encher os pulmões e o peito de coragem. Pausa para encadear os pensamentos. Renovar o que vale, descartar o lixo. Pausa para sentir saudades de um afeto. E para fazer falta também. Pausa para estar só e sentir-se só. E estar a sós para refletir. Pausa para descansar, para relaxar, para delirar, contemplar, descomplicar. Pausa para entender que as pausas são a reposição do fôlego perdido nas perdas, sejam elas de tempo, energia, dinheiro, esperanças, ilusões, confiança, fé, inspiração. As pausas renovam e curam. O ritmo se reestabelece, as cores voltam, e com elas, a motivação para encarar o novo. Sim, porque o novo só chega após uma pausa. Porque uma emenda dificilmente se sustenta, porque um remendo será sempre a parte mais frágil de um todo. Porque é preciso romper para recomeçar, findar os ciclos, finalizar pendências, zerar o relógio e fechar a boca por alguns instantes. Deixar o silencio formular as respostas que ainda não temos em palavras nem atitudes. Pausa não é adeus. É tchau, vou ali em outra sintonia encontrar comigo a sós e então volto com respostas e planos para o futuro.

Fonte: Conte outra

domingo, 23 de junho de 2019

Às vezes o que eu quero é morar num abraço com você, escutando o silêncio e me nutrindo do perfume que nasce do nosso encontro. _______________________________ Lila Marques.

Um dia desses eu sonhei com você. No sonho, nós trocávamos olhares, entrelaçávamos sutilmente as nossas mãos e ficávamos em silêncio. Não foi muito diferente (e talvez ainda não seja) da nossa realidade. Afinal, nossos olhos hoje não se cruzam e nossas mãos não se tocam, mas volta e meia os nossos pensamentos se encontram. Assim como a nossa saudade. Como aquele “e se?” que bate de vez em quando na nossa porta. E como aquela nossa vontade de ter sido o que não fomos. Eu, claro, acordei saudosa e sentindo o teu cheiro ali no meu travesseiro, mesmo sem você ter deitado nele um dia sequer que fosse. Lembrei das vezes em que falamos a mesma coisa ao mesmo tempo, dos sentimentos em comum que contrariavam qualquer lógica, das vezes em que recebi suas declarações inesperadas, das vezes em que eu decidi me declarar… E até dos abraços que demos em nossas despedidas que, mesmo sem beijo, faziam a gente suspirar como dois adolescentes cheios de dúvidas, mas claramente apaixonados. É verdade. Muitas vezes os nossos beijos aconteceram sem o toque, somente no silêncio… Silêncio do desejo (que o coração já não era capaz de calar como a boca). Já me perguntei se nos deixamos levar pelo medo. Medo de se machucar em algo tão intenso, surreal e raro (tão raro que questionamos diversas vezes a sua existência). Ou será que foi medo de tentar e perceber que tudo não passava de uma mera e ingênua fantasia? Confesso que eu não gostaria de desmanchá-la, caso fosse assim. Pode soar loucura, mas esse laço mágico despertou e ainda desperta tanta coisa boa em mim. Esse laço é que me faz acreditar nessas coisas invisíveis e bonitas da vida, como a sensação de plenitude que me invadia em nossas conversas intermináveis da madrugada. “Fica mais um pouco”, você me pedia. Talvez sem saber que eu queria mesmo era ficar para sempre… É, talvez agora pareça triste o fato de não estarmos juntos (embora estejamos, sempre que as lembranças aquecem o coração, como aqueceu o meu hoje). Mas sabe, eu acho tão bonita a nossa história que soa como “quase história”. Acho tão bonita a relação que criamos, o cuidado, o carinho um com o outro, independente do tempo e da distância. E acho mais bonito ainda ter alguém como você na minha vida… Alguém que eu sempre vou me lembrar, não do que quase foi, mas do pedaço de amor que sempre será dentro de mim.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

“Gosto das pessoas que foram quebradas pela vida, existe uma beleza única nas suas rachaduras.” (Zack Magiezi)

É complicado tentar comparar ou mesurar sofrimento, porque as pessoas recebem e digerem o que vem da vida, conforme aquilo que possuem dentro delas; trata-se de algo muito pessoal. A dimensão que os acontecimentos tomam depende da forma como cada um encara o mundo, dos valores e crenças que carrega, independentemente de qualquer outra coisa. Talvez a dor seja proporcionalmente mais intensa, quanto maior a quantidade de expectativas que ela quebre. As pessoas reagem de forma diferente aos mesmos acontecimentos, com maior ou menor intensidade. Ademais, certos indivíduos externam o que sentem sem pestanejar, enquanto outros prendem mais fortemente, somente para si, as escuridões que seu íntimo enfrenta. Por essa razão é que se torna um tanto quanto injusto compararmos as dores das pessoas tão somente nos baseando no que elas nos mostram. Dentro de muitos, há tempestades dolorosas se formando. Embora não possamos comparar o sofrimento, ao menos conseguimos discernir que certos acontecimentos machucam muito, de uma forma avassaladora, retirando o chão de qualquer um. Existem tragédias que sequer imaginamos em nossas vidas, tais como a perda de um filho, a perda de todo um patrimônio, uma deformação física abrupta, uma doença terminal, condições adversas extremas. Infelizmente, ninguém está livre de ter de enfrentar a perda do que lhe é vital. Há inúmeros exemplos por aí, à nossa volta, de gente que sobrevive ao que parecia impossível de se suportar, ao que nada mais traz do que desesperança, desespero e dor. Provavelmente, até entre nossos colegas, existem pessoas que já atravessaram os corredores amargos das escuridões dolorosas e sobreviveram. Porque são humanos e as pessoas são incríveis, possuem uma capacidade interminável de se reinventarem, de se fortalecerem e de se reergueram de novo e de novo, sobrevivendo ao que parece inconcebível, impossível. E o que move, no fundo, a todos os sobreviventes, que não sucumbem ao que parece intolerável, é a esperança. Sim, esperança, fé, olhos fixos adiante, no horizonte de possibilidades que ainda estarão por vir, na certeza de que há um porquê por detrás de cada tombo nesta vida. Esperança na própria força, nas pessoas, esperança no amor. Porque quem tem amor dentro de si jamais estará desamparado, ainda que esteja sozinho.

Marciel Camargo

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Pelo carinho sem compromisso, pela mão que enlaça e pelo jeito que abraça. __Anieli Talon

O calendário é uma mentira para as saudades mas uma verdade para o amor. Ou vice versa. O café é o cheiro exato na ausência do cheiro dela. A tristeza é uma novela na qual quase morremos no final. A vida é uma coleção de despedidas que nem sempre se despedem de nós.O óbvio é aquilo que quase nunca sabemos enxergar.A lua e as rosas sempre servirão para os poemas de quem procurar por um. A salvação começa por nós mesmos. A ilusão será pensar de outro jeito.Às vezes é preciso entrar para poder sair. Tem gente que quer sair antes de entrar.O sol é um convite silencioso para as esperanças. O lado que ignoramos é o que mais sabe de nós.A escravidão pode ser muitas coisas que não nos parece escravidão. Temos facilidades para obedecer cores escuras no peito.As palavras podem ser doçura ou espinho: depende de como amanhece o coração.

Gui Antunes

domingo, 17 de março de 2019

"Cada coração tem seu jeito de sossegar." _____________________ Brenda.H.

O que de nós resta?

Frestas. Juízo. Vontade.
A gente chora a esperança perdida, a verdade sufocada, a vontade arrancada o amor confundido, a gente endoidece de tanto escrever pedindo paz e eleger mochilas, café no bar da esquina, uma caminhada pelo parque, um roteiro poético pelas ruas de cidadezinhas do interior, um fim de noite de glamour imaginário ao andar sozinha por aí sem medo do lobisomem. A gente ainda se ilude e muito com uma rodada de samba, vestindo saia curta, cantando aos quatro ventos e soprando a vontade de ser o que quiser. A gente briga para a confiança voltar, mas ela se nega, pois resolveu escutar a voz grossa do homem e exibir força bruta e fazer a gente chorar de medo, de susto e de tristeza. A gente até tinha feito planos para o amanhã ser cheinho de conjugações amorosas, escolhas fáceis, coragem para seguir adiante, almoço, jantar, café, dormidas e acordadas em qualquer sequência, sem obedecer a nenhuma lógica. A gente sonhou isso ontem. Hoje... a gente chora e esquece todo o exercício de liberdade. Pois vou te contar, que apesar do caos, a gente guarda bem escondido uma alegria interminável e silenciosa, mas persistente, capaz de sustentar qualquer um dos nossos sonhos, apesar de .... É segredo...mas, um dia vamos dançar ao som de qualquer música, celebrando a liberdade de seguir as nossas vontades.

Ita Portugal

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

É rosa nunca vista, é cor do imprevisto. É flor de estação. […]

Arquivo Pessoal
Hoje completando 4.5
Amém por isso!!
Fazendo uma reflexão sobre meu aniversário de 45 anos necessito dizer que muita coisa em mim mudou com o passar dos anos. Meus pensamentos mais que mudaram foram desembaraçados. O sexo não é mais performance, exaustão, faço o que gosto e do jeito que gosto. Aproveito dez minutos com a intensidade de uma noite inteira, reconheço o rosto do próprio desejo no primeiro suspiro, e opto pela submissão por puro prazer, sem entrar na neurose da disputa ou do controle. Não diminuí o ritmo da intimidade. Posso ler um livro, assistir um filme ou conversar com a intensidade de uma transa. Não tenho um momento para a sensualidade, a sensualidade é todo momento. Tomar o café da manhã não é apenas um desjejum, tenho uma identidade, meu ritual, um refinamento da história de meus sabores. Tomar o café da manhã comigo é participar de minhas memória, de minhas escolhas. Não preciso mais provar nada. Já sofri separações, e tenho consciência de que suporto qualquer sofrimento. Já superei dissidências familiares, e tenho consciência de que a oposição é provisória. Já recebi fora, já dei fora, e entendo que o amor é pontualidade e que não devo decidir pelo outro ou amar pelos dois. Cansada das aparências, cometerei excessos perfeitos. Sou mais louca do que a loucura porque não se recrimino de véspera. Sou mais sábia do que a sabedoria porque não guardo culpa para o dia seguinte. A beleza se tornou para mim um estado de espírito, um brilho nos olhos, um temperamento. A beleza é resultado da elegância das ideias, não somente do corpo e dos traços físicos. Encontrei a suavidade dentro da serenidade. A suavidade que é segurança apaixonada, confiança curiosa. O riso não é mais bobo, mas atenta e misteriosa, demonstro a glória de estar inteira para acolher a alegria improvisada, longe da idealização, dentro das possibilidades. Hoje não existe roteiro a ser cumprido, mapa de intenções e requisitos, só existe a leveza de não explicar mais a vida. A leveza de perguntar para se descobrir diferente, em vez de questionar para confirmar expectativas.  Ser tia ou mãe, ser solteira ou casada não me cria angústia. Os papéis sociais foram queimados com os rascunhos. Sou a felicidade de não ter sido. A felicidade daquilo que deixei para trás, daquilo que neguei, daquilo que vi que era dispensável, daquilo que percebi que não trazia esperança. Meu charme decorrer mais da sensibilidade do que de minhas roupas. O que ilumina minha pele é o amor a mim mesma e minha expressividade e suavidade ao falar. A beleza está acrescida de caráter. Do destemor que enfrento os problemas, da facilidade que saio das crises. A beleza é vaidosa da linguagem, do bom humor. A beleza é vaidosa da inteligência e da gentileza. Hoje não há depois, é tudo agora.



Adaptação do Texto de Fabrício Carpinejar –
Publicado na Revista Isto É Gente – Março de 2014 p. 50 – Ano 14 Número 706